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Reforma tributária em 2026: o que a indústria precisa saber sobre IBS e CBS

Por Redação ·

Reforma tributária em 2026: o que a indústria precisa saber sobre IBS e CBS

Para quem opera na indústria, 2026 é um ano para acompanhar de perto: é o período de testes do IBS e da CBS, os novos tributos sobre o consumo criados pela reforma tributária. A carga efetiva ainda não muda, mas sistemas, notas fiscais e processos já precisam falar a nova língua.

O que está em jogo

A reforma unifica tributos sobre consumo em dois:

O modelo é não cumulativo e cobrado no destino. Para a indústria, o ponto-chave é a promessa de reduzir o imposto embutido em investimentos e insumos — uma distorção que, no sistema atual, encarece a produção e trava a competitividade.

Os prazos de setembro

Setembro de 2026 concentrou marcos práticos da adaptação:

Tanto a Receita Federal quanto o Comitê Gestor do IBS têm reforçado que 2026 é ano de orientação e adaptação, não de punição — o foco está em educar o contribuinte e destravar os sistemas antes da cobrança cheia nos próximos anos.

O que a indústria deve fazer agora

O recado é preparar a casa:

Entidades industriais como CNI e FIESP trataram a aprovação da reforma como uma conquista para o país, justamente pela expectativa de reduzir a tributação cumulativa e o custo de conformidade.

Fontes: Agência Brasil — Reforma tributária entra em fase de testes em 2026 e Receita Federal — Orientações da Reforma Tributária para 2026.

Perguntas frequentes

O que são IBS e CBS?

São os dois tributos sobre consumo da reforma: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), federal, que substitui PIS/Cofins; e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de estados e municípios, que substitui ICMS e ISS.

O que muda em 2026 na prática?

2026 é um ano de transição e testes: as empresas passam a destacar IBS e CBS nos documentos fiscais com alíquotas de referência, sem que isso represente aumento efetivo de carga, para adaptar sistemas e processos.

Por que a indústria tende a se beneficiar?

Entidades como CNI e FIESP apontam que o modelo não cumulativo reduz o imposto embutido nos investimentos e nos insumos, o que historicamente pesava mais sobre a indústria do que sobre outros setores.

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